Começo este post, o último, com a mesma frase que a Borges – Marina - citou em seu texto: “Ai que alívio! Enfim, nada foi em vão”...
Não mesmo. Porque só de considerar a idéia de um grupo de estudantes de jornalismo, alguns que sequer têm noção de que é isso que querem da vida, realizar um blog durante cerca de seis semanas, é de parabenizar.
Sim, estou me gabando sim. E, como autora do último post do blog, tenho esse direito!
Afinal, para qualquer pessoa é fácil criar um blog. E não nego. Eu mesma já devo ter criado uns vinte. O problema é mantê-lo - dos vinte que criei restou esse último, que estou começando agora e que espero ter responsabilidade suficiente para mantê-lo.
Sem relevar a idéia de que manter um blog é, neste caso, publicar textos e muitas pessoas tem dificuldade para tal. Um exemplo dessas pessoas: eu. (sim, o tema do blog hoje sou eu!)
Sempre fui travada, como na hora de entregar uma prova dissertativa na escola, escrever uma parte do livro do trabalho de comunicação e ao publicar textos no blog. E essa oportunidade, que achávamos inútil e besta no início, fez com que, aos poucos, eu venha me soltando. E acredito que isso não tenha acontecido só comigo.
Então agradeço em nome de todos do grupo – mesmo não sabendo a opinião deles – a iniciativa dos professores de Jornalismo Digital da UMESP (Universidade Metodista de São Paulo) e parabenizo todos os alunos do jornal – manhã 1 que com muito suor (ou nem tanto!) mantiveram seus blogs até hoje.
E viva a nós, futuros jornalistas do Brasil!
(ou não)
p.s.: comoultimopostmedeialgunscaracteresamais. Nemligo,akeketambémjásedeu! :]
domingo, 7 de outubro de 2007
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Muuito bonito!
Ai,que alívio!Enfim, nada foi em vão...mesmo não tendo batido a meta por um ponto percentual,a nossa equipe teve seus méritos reconhecidos,hehe.
Fomos parabenizados pela supervisora,e há rumores de uma premiação uma éspecie de prêmio de consolação.
Isso que é motivação!Agora falando sério,eu bem que fiquei com medo de sofrer algum tipo de punição mesmo que indiretamente.Tá certo que o tempo da chibata acabou então nada de castigos físicos.Mas uma coisa é certa,nada mais massacrante do que um chefe que fica jogando "indiretinhas" referente ao seu desempenho.
Eu entendo que lidar com seres humanos quando você está na categoria de chefe é uma tarefa árdua,deve ser muito difícil liderar uma equipe composta por pessoas extremamente diferentes,que tem como objetivo comum se unir para concluir uma tarefa juntos para chegar a um determinado resultado...ufa.Isso foi um esforço para definir trabalho em equipe.
O que estou tentando dizer é:Não existe uma fórmula mágica de motivação,porque é bom pra você nem sempre é pra mim e vice-versa.E sinceramente por mais que você tenha feito cursos e mais cursos,por mais que você coneverse e absolutamente impossível agradar à gregos e troianos.
Cada um sabe onde seu calo aperta e onde deve procurar "sua" motivação.Nessa última postagem fica um pedido:
"Eu desejo que todas as equipes de teleoperadores lideradas por supervisoras bacanas como a minha consigam bater suas metas e mesmo que eu não consiga que meus colegas tenham êxito nessa missão."Amém
Fomos parabenizados pela supervisora,e há rumores de uma premiação uma éspecie de prêmio de consolação.
Isso que é motivação!Agora falando sério,eu bem que fiquei com medo de sofrer algum tipo de punição mesmo que indiretamente.Tá certo que o tempo da chibata acabou então nada de castigos físicos.Mas uma coisa é certa,nada mais massacrante do que um chefe que fica jogando "indiretinhas" referente ao seu desempenho.
Eu entendo que lidar com seres humanos quando você está na categoria de chefe é uma tarefa árdua,deve ser muito difícil liderar uma equipe composta por pessoas extremamente diferentes,que tem como objetivo comum se unir para concluir uma tarefa juntos para chegar a um determinado resultado...ufa.Isso foi um esforço para definir trabalho em equipe.
O que estou tentando dizer é:Não existe uma fórmula mágica de motivação,porque é bom pra você nem sempre é pra mim e vice-versa.E sinceramente por mais que você tenha feito cursos e mais cursos,por mais que você coneverse e absolutamente impossível agradar à gregos e troianos.
Cada um sabe onde seu calo aperta e onde deve procurar "sua" motivação.Nessa última postagem fica um pedido:
"Eu desejo que todas as equipes de teleoperadores lideradas por supervisoras bacanas como a minha consigam bater suas metas e mesmo que eu não consiga que meus colegas tenham êxito nessa missão."Amém
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Superar ou amenizar seus efeitos traumáticos
Hoje devem ser mais de vinte. Vinte narradores que buscam, pela narrativa, a possibilidade de acompanhar e apoiar pessoas em situação de passagem. Por meio de visitas a asilos, casas de apoio, hospitais, creches e etc, eles tentam levar não só felicidade mas também reflexão.
O Núcleo, chamado de Narrativas de Passagem, se encontra na Escola Livre de Teatro e tem como orientador o dramaturgo Luís Alberto de Abreu, prepara textos e estuda a melhor maneira de entregá-los a esse público tão especial por acreditar que a sociedade não tem estrutura suficiente para dar o apoio que essas pessoas precisam nestas passagens (infância, adolescência, velhice, doenças) . Não existe entendimento do que está acontecendo, tão pouco como e porque acontece. A morte é um drama, o outro lado do mundo é difícil e entender que é um passagem apenas é processo lento. Lá, desde o nascimento e a primeira respiração do bebê misturada com choro e com gritos, é um passagem.
A velhice é abandonada, a criança com uma doença terminal não é tratada como criança, e a vida perde o sentido orgânico que deveria ter. Porque é vida, deveria ser orgânico.
Quando estão prontos eles vão até os locais, conversam apenas como conversa com os "pacientes" e se existe a possibilidade eles narram. Não contam historias, eles narram. Passam essa mensagem por histórias fantásticas da mesma situação mas contada fantásticamente. e lá, doença não é mancha, doença é coisa que brilha no escuro; o corpo morto não se deteriora, se mistura e volta pra natureza e uma vida que acaba se ascende numa estrela ou numa nova ave Félix pronta pra mais uma majestosa vida.
Iniciativa mais dura não poderia haver. Estar junto nesses momento não é fácil, pelo contrário. Quando participei de um workshop com estes narradores chorei na primeira narrativa.
Se você tem mais de 25 anos ou se interessou em conhecer essas pessoas tão brilhantes, dá uma olhada no site. Você aprende a amar porque eles não ajudam só a melhorar, eles ajudam e ultrapassar.
O Núcleo, chamado de Narrativas de Passagem, se encontra na Escola Livre de Teatro e tem como orientador o dramaturgo Luís Alberto de Abreu, prepara textos e estuda a melhor maneira de entregá-los a esse público tão especial por acreditar que a sociedade não tem estrutura suficiente para dar o apoio que essas pessoas precisam nestas passagens (infância, adolescência, velhice, doenças) . Não existe entendimento do que está acontecendo, tão pouco como e porque acontece. A morte é um drama, o outro lado do mundo é difícil e entender que é um passagem apenas é processo lento. Lá, desde o nascimento e a primeira respiração do bebê misturada com choro e com gritos, é um passagem.
A velhice é abandonada, a criança com uma doença terminal não é tratada como criança, e a vida perde o sentido orgânico que deveria ter. Porque é vida, deveria ser orgânico.
Quando estão prontos eles vão até os locais, conversam apenas como conversa com os "pacientes" e se existe a possibilidade eles narram. Não contam historias, eles narram. Passam essa mensagem por histórias fantásticas da mesma situação mas contada fantásticamente. e lá, doença não é mancha, doença é coisa que brilha no escuro; o corpo morto não se deteriora, se mistura e volta pra natureza e uma vida que acaba se ascende numa estrela ou numa nova ave Félix pronta pra mais uma majestosa vida.
Iniciativa mais dura não poderia haver. Estar junto nesses momento não é fácil, pelo contrário. Quando participei de um workshop com estes narradores chorei na primeira narrativa.
Se você tem mais de 25 anos ou se interessou em conhecer essas pessoas tão brilhantes, dá uma olhada no site. Você aprende a amar porque eles não ajudam só a melhorar, eles ajudam e ultrapassar.
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Concorrência – motivação ou preocupação?
Vivemos em uma economia globalizada, onde a diversidade de produtos, serviços e preços criou, ou melhor, recriou uma nova geração de clientes, os chamados exigentes.
Em um mercado muito mais competitivo que qualitativo, a indústria se viu obrigada a melhorar, a se aprimorar e a reduzir custos e preços, não tínhamos mais somente uma marca de creme dental, esponja de aço, lâmina de barbear ou leite condensado, era necessário mudar o conceito e a visão que se tinha do consumidor e dos produtos e serviços que comercializava.
A concorrente tornou-se então a verdadeira fonte de motivação, o que ela fizer nós faremos melhor, esse era o slogan; empregados foram contratados, treinados e capacitados, maquinário e fábricas ampliados e informatizados, serviço de atendimento ao cliente (sac) mais prestativo e em tempo integral, o consumidor passou a ser a grande estrela do espetáculo, estava decretada a concorrência.
É preocupante um mercado que, de repente, se torna concorrido e competitivo, pois sabemos que perderemos um pedaço da fatia que tínhamos por diversos fatores, preço é o principal deles, portanto é fundamental a motivação não só para superarmos a concorrência, mas simplesmente por acreditarmos em nosso produto e nos serviços que oferecemos.
Temos um nome e clientes a zelar.
Em um mercado muito mais competitivo que qualitativo, a indústria se viu obrigada a melhorar, a se aprimorar e a reduzir custos e preços, não tínhamos mais somente uma marca de creme dental, esponja de aço, lâmina de barbear ou leite condensado, era necessário mudar o conceito e a visão que se tinha do consumidor e dos produtos e serviços que comercializava.
A concorrente tornou-se então a verdadeira fonte de motivação, o que ela fizer nós faremos melhor, esse era o slogan; empregados foram contratados, treinados e capacitados, maquinário e fábricas ampliados e informatizados, serviço de atendimento ao cliente (sac) mais prestativo e em tempo integral, o consumidor passou a ser a grande estrela do espetáculo, estava decretada a concorrência.
É preocupante um mercado que, de repente, se torna concorrido e competitivo, pois sabemos que perderemos um pedaço da fatia que tínhamos por diversos fatores, preço é o principal deles, portanto é fundamental a motivação não só para superarmos a concorrência, mas simplesmente por acreditarmos em nosso produto e nos serviços que oferecemos.
Temos um nome e clientes a zelar.
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Ética, Técnica e Estética
Podemos considerar a Universidade (e todo o potencial etimológico da palavra enquanto referência ao Cosmo) responsável pelo estabelecimento, construção, desconstrução e restabelecimento desses três fatores. Ética, na esfera da conduta. Técnica, na esfera da profissionalização. E estética, enquanto forma de apresentar o aluno ao Mercado e, por vezes, à Intelectualidade como um ser social consciente da sua importância, do seu potencial modificador.
O conhecimento se traduz aqui numa estética mental, semelhante à do corpo, no sentido de exigir prática de exercícios e poder de capital para investir em “cosméticos do intelecto” (livros, álbuns com “boa música”, ingressos para “espetáculos cabeça”, inscrição em fóruns acadêmicos e outros bens imateriais que a Internet não democratizou de verdade – ainda).
Entretanto, é difícil enxergar no academicismo, e, por extensão, em todos os aspectos de uma Universidade, uma coesão com o mundo externo. As pesquisas de campo criam a ilusão de proximidade entre a Instituição e a Comunidade, quando na verdade determinam justamente uma diferença abismal entre os dois mundos, uma vez que pressupõe o da sociedade como algo externo ao das faculdades.
Nesse ponto, fica realmente difícil enxergar a perspectiva diferente da estabelecida, como muitos docentes clamam. Como atuar e analisar o mundo com a devida motivação para gerar um novo ponto de vista, se esse possível aspecto novo deve ser necessariamente submetido a teorias e conceitos ilhados num campus?
É curiosa a elitização cultural. Não apenas gera realmente uma elite referencial e uma desigualdade humilhante, como alimenta a mesquinhez das mentes acadêmicas alienadas da própria natureza do cotidiano.
P.S.: Há exceções.
domingo, 30 de setembro de 2007
Cheer youself up, girl!
Dando um “google it” na frase cheer up at work, encontrei um site que explica como se animar no trabalho em 14 itens diferentes e de 14 maneiras diferentes.
Dentre frases como “sorria”, “faça algo novo” e “tente rir mais” estava uma que me chamou bastante a atenção: “Começar livrando-se da desordem emocional”; até porque grande porcentagem dos desgastes físicos causados no trabalho costuma ser culpa da desordem emocional pessoal de cada um.
Lembro que há um mês fui a uma clínica geral saber por que estava tão cansada com a faculdade e o trabalho, sendo que tinha acabado de voltar do recesso de meio de ano e tinha descansado “o suficiente”.
A médica, esperta, logo disse que era stress. Minha reação, confesso, foi meio bruta: “como assim stress se estou a apenas 4 meses nesse trabalho?”.
E era isso mesmo, stress. Se não nos organizamos emocionalmente, nos desorganizamos fisicamente. Ficamos cansados, desanimados e com passagem gratuita para a depressão. E não é drama não, é fato real.
Portanto, se você sabe inglês e não tem nada para fazer nesse instante, entre aí no how to cheer yourself up at work e dê uma olhadinha. Não custa nada e garanto que te ajudará, nem que seja um pouquinho.
E se você não sabe inglês, é só entrar no Google Translate (tradutor) que ele te explica tudo direitinho!
Dentre frases como “sorria”, “faça algo novo” e “tente rir mais” estava uma que me chamou bastante a atenção: “Começar livrando-se da desordem emocional”; até porque grande porcentagem dos desgastes físicos causados no trabalho costuma ser culpa da desordem emocional pessoal de cada um.
Lembro que há um mês fui a uma clínica geral saber por que estava tão cansada com a faculdade e o trabalho, sendo que tinha acabado de voltar do recesso de meio de ano e tinha descansado “o suficiente”.
A médica, esperta, logo disse que era stress. Minha reação, confesso, foi meio bruta: “como assim stress se estou a apenas 4 meses nesse trabalho?”.
E era isso mesmo, stress. Se não nos organizamos emocionalmente, nos desorganizamos fisicamente. Ficamos cansados, desanimados e com passagem gratuita para a depressão. E não é drama não, é fato real.
Portanto, se você sabe inglês e não tem nada para fazer nesse instante, entre aí no how to cheer yourself up at work e dê uma olhadinha. Não custa nada e garanto que te ajudará, nem que seja um pouquinho.
E se você não sabe inglês, é só entrar no Google Translate (tradutor) que ele te explica tudo direitinho!
Ku-psshhhhhh
É, esse é o barulho de um chicote estralando. Será que esse chicote é usado em locais de trabalho? Vejamos. Minha questão hoje é: até onde é aceitável você faltar no trabalho? Por questões médicas? Judiciais?
Recentemente precisei fazer uma viagem de dois dias ao Rio de Janeiro, por questões urgentes na Embaixada Americana. Avisei minha supervisão, todos foram compreensivos, disseram que não haveria nenhum problema. Quando chega o final do mês - KABUM! - descontaram tudo do meu salário.
Isso me fez lembrar uma outra história do meu pai (ressaltando que ele mora e trabalha nos EUA). Aproximadamente 4 meses atrás ele estava de moto indo trabalhar quando sofreu um acidente. A primeira pessoa avisada foi o chefe dele. Alguns minutos depois, meu pai estava ainda no meio da rua, saindo debaixo da moto, quando o celular toca - o chefe.
- E aí Carlos, sofreu um acidente?
- É, pois é...
- Mas tá tudo bem?
- Na medida do possível, sim. Levando em conta que ainda estou tentanto levantar.
- Mas você se machucou muito? Quebrou alguma coisa?
- Não não, estou inteiro!
- Então tá, me fala onde você está que eu estou indo te buscar pra te trazer pro trabalho, ok? Afinal de contas tá tudo bem com você!
SIM, o chefe dele foi até o local do acidente buscá-lo para trabalhar.
Precisamos sempre ter maravilhosas justificativas, atestados e bons motivos para nos ausentar sem nos prejudicar. Temos que dar mais satisfação para os chefes do que para nossas próprias mães. Então o que é plausível na hora de ganhar um day off?
Recentemente precisei fazer uma viagem de dois dias ao Rio de Janeiro, por questões urgentes na Embaixada Americana. Avisei minha supervisão, todos foram compreensivos, disseram que não haveria nenhum problema. Quando chega o final do mês - KABUM! - descontaram tudo do meu salário.
Isso me fez lembrar uma outra história do meu pai (ressaltando que ele mora e trabalha nos EUA). Aproximadamente 4 meses atrás ele estava de moto indo trabalhar quando sofreu um acidente. A primeira pessoa avisada foi o chefe dele. Alguns minutos depois, meu pai estava ainda no meio da rua, saindo debaixo da moto, quando o celular toca - o chefe.
- E aí Carlos, sofreu um acidente?
- É, pois é...
- Mas tá tudo bem?
- Na medida do possível, sim. Levando em conta que ainda estou tentanto levantar.
- Mas você se machucou muito? Quebrou alguma coisa?
- Não não, estou inteiro!
- Então tá, me fala onde você está que eu estou indo te buscar pra te trazer pro trabalho, ok? Afinal de contas tá tudo bem com você!
SIM, o chefe dele foi até o local do acidente buscá-lo para trabalhar.
Precisamos sempre ter maravilhosas justificativas, atestados e bons motivos para nos ausentar sem nos prejudicar. Temos que dar mais satisfação para os chefes do que para nossas próprias mães. Então o que é plausível na hora de ganhar um day off?
sábado, 29 de setembro de 2007
Só pode ser brincadeira!
É depois de um mês inteiro de campanhas motivacionais, stress ,dedicação, paciência etc.
Chegou o fim do mês e por um ponto percentual,NÃO BATEMOS A META!Isso é completamente injusto,agora um sentimento de'foi quase'abateu-se sobre a equipe.Como se isso não bastasse,agora o chefe aparece e exige que nós saibamos onde erramos.
Essa talvez possa ser a parte mais difícil,em todas as situações da vida, achar onde foi que errou.
Agora é hora de definitivamente aprender com os erros e não errar mais!É uma pena se entregar agora, estávamos por um triz ontem,e hoje ...
Ah ,meus caros agora sim eu acredito existem mais coisa entre o céu e a terra do que pode imaginar nossa vã filosofia.
Pra mim isso significava muito e acho realmente inaceitável que eu não tenha cumprido meu dever...
Só pode ter sido golpe do destino,hihi,eu sei estou dramatizando ,mas...é só o que consigo fazer no momento é que a notícia nos pegou de surpresa.
Bom,veremos como vai ser o "desenrolar dessa história" ou seria o "rolar das cabeças?"
Um novo mês está começando e lá vamos nós outra vez...
Chegou o fim do mês e por um ponto percentual,NÃO BATEMOS A META!Isso é completamente injusto,agora um sentimento de'foi quase'abateu-se sobre a equipe.Como se isso não bastasse,agora o chefe aparece e exige que nós saibamos onde erramos.
Essa talvez possa ser a parte mais difícil,em todas as situações da vida, achar onde foi que errou.
Agora é hora de definitivamente aprender com os erros e não errar mais!É uma pena se entregar agora, estávamos por um triz ontem,e hoje ...
Ah ,meus caros agora sim eu acredito existem mais coisa entre o céu e a terra do que pode imaginar nossa vã filosofia.
Pra mim isso significava muito e acho realmente inaceitável que eu não tenha cumprido meu dever...
Só pode ter sido golpe do destino,hihi,eu sei estou dramatizando ,mas...é só o que consigo fazer no momento é que a notícia nos pegou de surpresa.
Bom,veremos como vai ser o "desenrolar dessa história" ou seria o "rolar das cabeças?"
Um novo mês está começando e lá vamos nós outra vez...
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
Para o dia de Cosme e Damião
O mês das crianças ainda não começou mas estreou-se ontem a atenção dada aos pequeninos. Ontem no farol da radial, as crianças que costumam pedir dinheiro dividiam entre si dois sacos de balas e pirulitos.
Ontem começou lá no Itaú Bankfone, um movimento muito legal que cada equipe de 12 pessoas começa a trazer todo dia alguns brinquedos. Como era feito quando você estava na quinta série, sabe? Uma disputa entre as salas? Assim. O legal é que lá todos os brinquedos, além de serem levados para alguma instituição serão levados pela equipe vencedora, que fica o dia todo fora visitando lugares que abrigam crianças e adolescentes . E quanto mais você leva, melhor pra você. Ganha hora fora do trabalho ou até dia de descanso mesmo sem tirar nada do nosso precioso salário.
Não que eu adore o meu local de trabalho, mas é fato que hoje eu vivo um pouco por ele e o tempo que me sobra é muito pouco, mas a iniciativa é muito legal e que todos deveriam seguir. Na semana do dia das crianças todos lá vão vestidos de criança. Motivação, para aquele trabalho tão maçante.
Se metade das empresas brasileiras tivessem iniciativas como essa do Itaú, as crianças não teriam só balas e nem só no dia de São Cosme e São Damião pra desencargo de consciência. Ou se pelo menos metade dela se movesse nesse dia, mais crianças teriam balas.
É como pagar cartão de crédito, você pode efetuar o pagamento mínimo.
Ontem começou lá no Itaú Bankfone, um movimento muito legal que cada equipe de 12 pessoas começa a trazer todo dia alguns brinquedos. Como era feito quando você estava na quinta série, sabe? Uma disputa entre as salas? Assim. O legal é que lá todos os brinquedos, além de serem levados para alguma instituição serão levados pela equipe vencedora, que fica o dia todo fora visitando lugares que abrigam crianças e adolescentes . E quanto mais você leva, melhor pra você. Ganha hora fora do trabalho ou até dia de descanso mesmo sem tirar nada do nosso precioso salário.
Não que eu adore o meu local de trabalho, mas é fato que hoje eu vivo um pouco por ele e o tempo que me sobra é muito pouco, mas a iniciativa é muito legal e que todos deveriam seguir. Na semana do dia das crianças todos lá vão vestidos de criança. Motivação, para aquele trabalho tão maçante.
Se metade das empresas brasileiras tivessem iniciativas como essa do Itaú, as crianças não teriam só balas e nem só no dia de São Cosme e São Damião pra desencargo de consciência. Ou se pelo menos metade dela se movesse nesse dia, mais crianças teriam balas.
É como pagar cartão de crédito, você pode efetuar o pagamento mínimo.
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Leia Brasil!

Trabalho voluntário e motivação juntos em uma organização. A ONG Leia Brasil foi criada em 1991 como um projeto da Petrobrás, e em 2002 passou a atuar como Organização Não Governamental.
A ONG tem como objetivo incentivar e promover a leitura em diversos lugares do Brasil através de empréstimos de livros em escolas de ensino público, cursos e oficinas para educadores, bibliotecários etc. Desenvolve projetos não utilizando apenas a literatura como meio, mas o teatro, a reciclagem, a música, enfim, é uma ONG interdisciplinar.
Os “Caminhões Biblioteca”, por exemplo, são literalmente caminhões que transportam cerca de 20 mil livros de literatura para 50 escolas públicas conveniadas. A cada dois meses essas escolas retiram, em média, 400 livros para empréstimo e o legal é que assumem o compromisso de fazê-los circular não apenas entre alunos e professores, mas vizinhos, parentes etc.
O projeto, desenvolvido pelo jornalista e educador Jason Prado, é sem dúvida um exemplo de cidadania, determinação e motivação para nós, pois acaba resgatando nossas esperanças de poder agir e trazer melhoras para nosso país.
A ONG tem como objetivo incentivar e promover a leitura em diversos lugares do Brasil através de empréstimos de livros em escolas de ensino público, cursos e oficinas para educadores, bibliotecários etc. Desenvolve projetos não utilizando apenas a literatura como meio, mas o teatro, a reciclagem, a música, enfim, é uma ONG interdisciplinar.
Os “Caminhões Biblioteca”, por exemplo, são literalmente caminhões que transportam cerca de 20 mil livros de literatura para 50 escolas públicas conveniadas. A cada dois meses essas escolas retiram, em média, 400 livros para empréstimo e o legal é que assumem o compromisso de fazê-los circular não apenas entre alunos e professores, mas vizinhos, parentes etc.
O projeto, desenvolvido pelo jornalista e educador Jason Prado, é sem dúvida um exemplo de cidadania, determinação e motivação para nós, pois acaba resgatando nossas esperanças de poder agir e trazer melhoras para nosso país.
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
O lado bom do trabalho é fazer o que gosta
Entre os fatores motivacionais a escolha da carreira esta entre os principais deles. Por isso é tão difícil decidir que profissão seguir, pois para muitos essa decisão é definitiva. Altos salários, comissionamento, cursos, viagens, premiações, benefícios em geral são fatores que motivam as pessoas.
Porém o que faz com que as pessoas tenham vontade de acordar cedo, dormir tarde, passar noites em claro, estudar até altas horas, pegar ônibus lotado, enfim sacrifícios que muitos tem que fazer para manter seus empregos é o fato de fazerem o que gostam.
Muitas pessoas se sacrificam apenas pela necessidade, mas é claro que se estivessem fazendo o que gostariam tudo seria feito com mais vontade.
Portanto independente de que carreira você vá seguir, tenha certeza que vale a pena, porque não tem nada pior do que fazer algo que você não gosta.
Trabalhar em um lugar onde você não se sente bem é pior do que qualquer outra coisa. Você simplesmente não tem vontade de acordar, só de saber que no dia seguinte tem que ir trabalhar outra vez. Os dias de descanso acabam se tornando o único dia prazer e o trabalho vai se tornando cada vez pior. Com o tempo essa falta de animo pode gerar muitos outros problemas, tais como; estagnação, stress, desinteresse, e a principal delas o desemprego
Porém o que faz com que as pessoas tenham vontade de acordar cedo, dormir tarde, passar noites em claro, estudar até altas horas, pegar ônibus lotado, enfim sacrifícios que muitos tem que fazer para manter seus empregos é o fato de fazerem o que gostam.
Muitas pessoas se sacrificam apenas pela necessidade, mas é claro que se estivessem fazendo o que gostariam tudo seria feito com mais vontade.
Portanto independente de que carreira você vá seguir, tenha certeza que vale a pena, porque não tem nada pior do que fazer algo que você não gosta.
Trabalhar em um lugar onde você não se sente bem é pior do que qualquer outra coisa. Você simplesmente não tem vontade de acordar, só de saber que no dia seguinte tem que ir trabalhar outra vez. Os dias de descanso acabam se tornando o único dia prazer e o trabalho vai se tornando cada vez pior. Com o tempo essa falta de animo pode gerar muitos outros problemas, tais como; estagnação, stress, desinteresse, e a principal delas o desemprego
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Cartinhas para o Papai Noel
Daqui três meses exatamente, estaremos no Natal. As casas e a cidade estarão decoradas, as famílias reunidas em torno de mesas fartas trocando presentes, será tempo de perdão, renovação e toda aquela conversa que ouvimos todos os anos.
Mas e as casas das famílias pobres? E dos doentes? Como será? E as crianças que têm pais desempregados e não podem comprar nem ao menos um frango para a ceia? Essas crianças também acreditam no Papai Noel, também esperam ser lembradas pelo bom velhinho. Muitas vezes suas expectativas são frustradas constatemente. Elas também escrevem as cartinhas que nós escrevemos e gostariam muito de ter uma resposta. Os Correios recebem essas cartinha inocentes às centenas. Alguém aqui se sente bem decepcionando uma criança? Não. Muito menos os funcionários dos Correios que lêem essas cartas.
Grande parte dos pedidos são pedidos tocantes. São cestas básicas, cadeiras de rodas para seus irmãos, materiais escolares. Pensando nisso, os Papais Noéis dos Correios criaram um projeto em 1997 para ajudar quantas crianças eles pudessem em suas necessidades mais básicas. Grandes empresas e pessoas comuns são convidadas a participar seja adotando uma ou várias cartas, seja simplesmente doando brinquedos e comidas. Com isso, o sentimento natalino se espalha aquecendo que realiza o sonho e que tem o sonho realizado.
Para participar em São Paulo você pode ligar para os seguintes números: 11) 2112-8443 / 8444 / 8439 / 8445.
Mas e as casas das famílias pobres? E dos doentes? Como será? E as crianças que têm pais desempregados e não podem comprar nem ao menos um frango para a ceia? Essas crianças também acreditam no Papai Noel, também esperam ser lembradas pelo bom velhinho. Muitas vezes suas expectativas são frustradas constatemente. Elas também escrevem as cartinhas que nós escrevemos e gostariam muito de ter uma resposta. Os Correios recebem essas cartinha inocentes às centenas. Alguém aqui se sente bem decepcionando uma criança? Não. Muito menos os funcionários dos Correios que lêem essas cartas.
Grande parte dos pedidos são pedidos tocantes. São cestas básicas, cadeiras de rodas para seus irmãos, materiais escolares. Pensando nisso, os Papais Noéis dos Correios criaram um projeto em 1997 para ajudar quantas crianças eles pudessem em suas necessidades mais básicas. Grandes empresas e pessoas comuns são convidadas a participar seja adotando uma ou várias cartas, seja simplesmente doando brinquedos e comidas. Com isso, o sentimento natalino se espalha aquecendo que realiza o sonho e que tem o sonho realizado.
Para participar em São Paulo você pode ligar para os seguintes números: 11) 2112-8443 / 8444 / 8439 / 8445.
domingo, 23 de setembro de 2007
Estica e puxa o braço e o rendimento
A ginástica laboral é uma realidade em diversas empresas no Brasil e no mundo. A prática surgiu no início do século XX, na Europa Oriental, como forma de estímulo aos operários nas nações socialistas, provavelmente como parte do plano de estímulo ao trabalho em nome do Estado, aliando as tarefas do serviço com um preparo físico adequado.
Hoje, “estimulante” é com certeza uma palavra chave quando falamos desse tipo de atividade realizada antes e depois do batente e até mesmo em plena jornada de trabalho. Extremamente popular no Japão – onde a busca pelo equilíbrio entre mente, corpo e espírito tornou-se uma lição valiosa para o ocidente –, a ginástica laboral envolve aquecimentos, alongamentos e breves atividade aeróbicas.
Tudo é realizado de maneira muito dinâmica, e existe uma preocupação muito grande em integrar toda a equipe de profissionais, gerando senso de coletividade e promovendo sinergia (foco da equipe nos desafios cotidianos). Disposição, compreensão para com os outros e descontração são os principais reflexos, especialmente em curto prazo.
Hoje, “estimulante” é com certeza uma palavra chave quando falamos desse tipo de atividade realizada antes e depois do batente e até mesmo em plena jornada de trabalho. Extremamente popular no Japão – onde a busca pelo equilíbrio entre mente, corpo e espírito tornou-se uma lição valiosa para o ocidente –, a ginástica laboral envolve aquecimentos, alongamentos e breves atividade aeróbicas.
Tudo é realizado de maneira muito dinâmica, e existe uma preocupação muito grande em integrar toda a equipe de profissionais, gerando senso de coletividade e promovendo sinergia (foco da equipe nos desafios cotidianos). Disposição, compreensão para com os outros e descontração são os principais reflexos, especialmente em curto prazo.
É imprescindível o acompanhamento de um especialista formado em Educação Física, que além de administrar as limitações de cada um, conhece as diferentes necessidades de quem trabalha num escritório ou num ambiente ao ar livre, por exemplo.
sábado, 22 de setembro de 2007
Vamos aê no churrasco da galera?!
Trabalho é estressante? Sim. Cumprir metas é um saco? É! Mas tem AQUELE dia de diversão que compensa AQUELE dia chato do trabalhador.
Um exemplo desses dias, na minha empresa, é o dia do churrasco da galera.
Em um dia de domingo, na casa de algum funcionário da empresa, com o dinheirinho que junta da galera, muita carne, muita bebida e quintal da casa do fulano lotado.
Dia de não pensar em trabalho, de olhar para seu supervisor e não obedecer nenhuma ordem, de mandar as metas da empresa para ‘aquele lugar' e apenas curtir - com moderação, claro!
Dias como esses animam. Nos distraem, nos socializam, nos permitem. Nos permitem esquecer do mundo em que focalizamos diariamente no trabalho, para focalizarmos em um mundo de alegria e de diversão.
E é isso, para desestressar daquele ambiente sério em que você se deixa conduzir todo santo dia, só vendo seu supervisor bêbado em um churrasco!
Um exemplo desses dias, na minha empresa, é o dia do churrasco da galera.
Em um dia de domingo, na casa de algum funcionário da empresa, com o dinheirinho que junta da galera, muita carne, muita bebida e quintal da casa do fulano lotado.
Dia de não pensar em trabalho, de olhar para seu supervisor e não obedecer nenhuma ordem, de mandar as metas da empresa para ‘aquele lugar' e apenas curtir - com moderação, claro!
Dias como esses animam. Nos distraem, nos socializam, nos permitem. Nos permitem esquecer do mundo em que focalizamos diariamente no trabalho, para focalizarmos em um mundo de alegria e de diversão.
E é isso, para desestressar daquele ambiente sério em que você se deixa conduzir todo santo dia, só vendo seu supervisor bêbado em um churrasco!
Permita-se, você também tem direito de se divertir.
P.S.: postando hoje porque amanhã é o meu “aquele” dia, o meu dia de curtir, afinal, amanhã é dia de domingo.
P.S.: postando hoje porque amanhã é o meu “aquele” dia, o meu dia de curtir, afinal, amanhã é dia de domingo.
Estágio e Responsabilidade Social
A empresa onde trabalho tem um projeto de Responsabilidade Social - nós ajudamos uma creche chamada APSA - Associação Pequeno Ser do Amor.
Essa instituição cuida de mais de 80 crianças entre 0 e 11 anos de idade. Elas permanecem na instituição durante o horário de trabalho dos pais, recebendo alimentação, assistência e carinho dos funcionários e voluntários.
Ha pouco mais de um mês, eu e uma colega de trabalho começamos a organizar uma campanha para o Dia das Crianças. A campanha consiste em uma arrecadação de brinquedos, roupas e sapatos para todas as crianças da APSA.
O fato que quero ressaltar é que exercitar a cidadania dentro do seu trabalho é não apenas motivante, mas também traz uma enorme gratificação. É uma atividade que deve ser incentivada em todas as empresas, pois acaba sendo algo que, além de proporcionar benefícios a crianças, acaba gerando uma maior integração entre os funcionários.
Para quem quiser saber mais sobre a APSA, acesse o site: www.harte-hanks.com.br/apsa.html
Essa instituição cuida de mais de 80 crianças entre 0 e 11 anos de idade. Elas permanecem na instituição durante o horário de trabalho dos pais, recebendo alimentação, assistência e carinho dos funcionários e voluntários.
Ha pouco mais de um mês, eu e uma colega de trabalho começamos a organizar uma campanha para o Dia das Crianças. A campanha consiste em uma arrecadação de brinquedos, roupas e sapatos para todas as crianças da APSA.
O fato que quero ressaltar é que exercitar a cidadania dentro do seu trabalho é não apenas motivante, mas também traz uma enorme gratificação. É uma atividade que deve ser incentivada em todas as empresas, pois acaba sendo algo que, além de proporcionar benefícios a crianças, acaba gerando uma maior integração entre os funcionários.
Para quem quiser saber mais sobre a APSA, acesse o site: www.harte-hanks.com.br/apsa.html
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Colaborador?
A motivação no ambiente de trabalho é aquilo que você necessita para se sentir como parte de um todo da empresa na qual você trabalha.Certo.
Essa motivação vai desde o óbvio (boa remuneração) até um simples gesto com presentear seus funcionários com um pedaço de bolo na última sexta feira do mês só porque é sexta feira!
É esse cuidado, esses pequenos gestos, que contam no dia a dia de um escritório ou redação a verdade é que todos queremos ser tratados como alguém e não como "ele ali".
Mesmo não sendo do tipo sentimental eu me surpreendi com meu novo ambiente de trabalho,isso porque é legal você ser tratado pelo seu primeiro nome,ter o seu setor enfeitado com flores,borboletas etc,pra comemorar a chegada da primavera!
Cada empresa adota uma política diferente,espaço para sesta no horário de almoço, dias temáticos,commemoração de aniversariantes do mês...
Enfim,o que faz você suportar aquela rotina que é praticamente insuportável,é se sentir parte de uma grande família.
Todos temos problemas ,stress e angústias,mas deixar que elas não interfiram no campo profissional pode significar um imenso desafio.Desafio que pode ser encarado sim, com a ajuda gestos meigos por parte de seu patrão!
Ginástica laboral,excursões para parques temáticos, equipes especializadas em motivação profissional,bolinho..hehe
Mesmo que tudo não passe de uma trama maléfica "para fingir que realmente se importam com você",tá valendo!
Mas no momento torna-se mais cômodo pensar em si mesmo como colaborador da companhia do que um simples exemplo da "lei da mais valia".
Hum,colaborador... será?
Essa motivação vai desde o óbvio (boa remuneração) até um simples gesto com presentear seus funcionários com um pedaço de bolo na última sexta feira do mês só porque é sexta feira!
É esse cuidado, esses pequenos gestos, que contam no dia a dia de um escritório ou redação a verdade é que todos queremos ser tratados como alguém e não como "ele ali".
Mesmo não sendo do tipo sentimental eu me surpreendi com meu novo ambiente de trabalho,isso porque é legal você ser tratado pelo seu primeiro nome,ter o seu setor enfeitado com flores,borboletas etc,pra comemorar a chegada da primavera!
Cada empresa adota uma política diferente,espaço para sesta no horário de almoço, dias temáticos,commemoração de aniversariantes do mês...
Enfim,o que faz você suportar aquela rotina que é praticamente insuportável,é se sentir parte de uma grande família.
Todos temos problemas ,stress e angústias,mas deixar que elas não interfiram no campo profissional pode significar um imenso desafio.Desafio que pode ser encarado sim, com a ajuda gestos meigos por parte de seu patrão!
Ginástica laboral,excursões para parques temáticos, equipes especializadas em motivação profissional,bolinho..hehe
Mesmo que tudo não passe de uma trama maléfica "para fingir que realmente se importam com você",tá valendo!
Mas no momento torna-se mais cômodo pensar em si mesmo como colaborador da companhia do que um simples exemplo da "lei da mais valia".
Hum,colaborador... será?
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
será.
Não que faça diferença, mas amanhã é meu aniversário. O que isto implica no post? Absulutamente tudo.
Sabe, caro leitor, crescer é difícil. É difícil dar adeus a sua tão mal acabada adolescência não muito aproveitada e ir trabalhar todo dia pra saber se de repente, você, pobre estagiário, conseguirá ser efetivado.
Faz parte, eu concordo. Caminhos necessários para qualquer um. Mas sabe que às vezes um “está tudo bem se seu caminho não der certo” ou um “estagiando ou não existe um mérito que é todo seu”, porque existe mesmo!Nessa nossa idade é tudo tão difícil, tão intenso, tão complexo, que mesmo ir para a faculdade todo dia deve ser mérito. É difícil, é massante.
Se você sabe o que vai fazer, é a demora que demora pra fazer. Se você não sabe, é a dúvida em continuar. E acontece. Pense bem, quantas pessoas você, leitor, conhece que sabem o que querem fazer com 18/19 anos? E mesmo se for certeza, quantas pessoas fariam a faculdade de novo e de novo de tanto que gostam da profissão.
Essa nossa fase é difícil. É uma passagem como o nascer. Você tem que aprender a respirar, chorar, sentir, engolir, tudo junto ao mesmo tempo agora.
A diferença entra nascer e crescer é que você aprendeu já a falar e andar e agora, tem pouca gente pra te incentivar a continuar caminhando. Alguém que pudesse dizer apenas um “aponta pra fé, criança, e rema”, já bastaria.
.aproveita a corda bamba, menina.
Obs: Eumedeidepresentealgunscaracteresamais. :]
Sabe, caro leitor, crescer é difícil. É difícil dar adeus a sua tão mal acabada adolescência não muito aproveitada e ir trabalhar todo dia pra saber se de repente, você, pobre estagiário, conseguirá ser efetivado.
Faz parte, eu concordo. Caminhos necessários para qualquer um. Mas sabe que às vezes um “está tudo bem se seu caminho não der certo” ou um “estagiando ou não existe um mérito que é todo seu”, porque existe mesmo!Nessa nossa idade é tudo tão difícil, tão intenso, tão complexo, que mesmo ir para a faculdade todo dia deve ser mérito. É difícil, é massante.
Se você sabe o que vai fazer, é a demora que demora pra fazer. Se você não sabe, é a dúvida em continuar. E acontece. Pense bem, quantas pessoas você, leitor, conhece que sabem o que querem fazer com 18/19 anos? E mesmo se for certeza, quantas pessoas fariam a faculdade de novo e de novo de tanto que gostam da profissão.
Essa nossa fase é difícil. É uma passagem como o nascer. Você tem que aprender a respirar, chorar, sentir, engolir, tudo junto ao mesmo tempo agora.
A diferença entra nascer e crescer é que você aprendeu já a falar e andar e agora, tem pouca gente pra te incentivar a continuar caminhando. Alguém que pudesse dizer apenas um “aponta pra fé, criança, e rema”, já bastaria.
Obs: Eumedeidepresentealgunscaracteresamais. :]
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Ação Global um dia que faz a diferença
Muitas pessoas usam a desculpa de que não praticam o voluntariado por falta de tempo.
Porém o projeto Ação Global fruto de uma parceria entre a Rede Globo e o Sesi é um bom exemplo do que é ser voluntário. Não são necessários dias e horas de esforço e sacrifício, mas sim um dia de dedicação e vontade de fazer o bem.
O projeto teve inicio em 1995, e é na verdade um mutirão de solidariedade realizado simultaneamente em todos os estados do Brasil.
O Ação Global conta com a colaboração de profissionais de várias áreas, educadores, manicures, cabeleireiras, médicos, enfermeiras e empresas que dedicam um dia do ano em prol voluntariado.
Essa iniciativa permite que as pessoas possam tirar documentos, fazer consultas médicas e odontológicas, praticar exercícios e atividades de lazer, tudo isso em um só lugar com a ajuda dos voluntários que de alguma forma estão contribuindo para a formação cidadã de cada um.
É claro que um dia de voluntariado não vai resolver os problemas da sociedade. Mas pequenas coisas, tais como; tirar RG, CPF, carteira de trabalho, certidão de casamento, dão as pessoas uma importância que elas não tinham antes, de serem reconhecidas “oficialmente” como cidadãos brasileiros.
Fazer o bem é necessário sempre, mas se não podemos fazê-lo com freqüência que ao menos tenhamos um dia do ano para exercer um pouco de cidadania e praticar o bem.
Porém o projeto Ação Global fruto de uma parceria entre a Rede Globo e o Sesi é um bom exemplo do que é ser voluntário. Não são necessários dias e horas de esforço e sacrifício, mas sim um dia de dedicação e vontade de fazer o bem.
O projeto teve inicio em 1995, e é na verdade um mutirão de solidariedade realizado simultaneamente em todos os estados do Brasil.
O Ação Global conta com a colaboração de profissionais de várias áreas, educadores, manicures, cabeleireiras, médicos, enfermeiras e empresas que dedicam um dia do ano em prol voluntariado.
Essa iniciativa permite que as pessoas possam tirar documentos, fazer consultas médicas e odontológicas, praticar exercícios e atividades de lazer, tudo isso em um só lugar com a ajuda dos voluntários que de alguma forma estão contribuindo para a formação cidadã de cada um.
É claro que um dia de voluntariado não vai resolver os problemas da sociedade. Mas pequenas coisas, tais como; tirar RG, CPF, carteira de trabalho, certidão de casamento, dão as pessoas uma importância que elas não tinham antes, de serem reconhecidas “oficialmente” como cidadãos brasileiros.
Fazer o bem é necessário sempre, mas se não podemos fazê-lo com freqüência que ao menos tenhamos um dia do ano para exercer um pouco de cidadania e praticar o bem.
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Meninos do Morumbi
A primeira vez que eu ouvi falar sobre os Meninos do Morumbi foi através de uma música. Depois assisti o clipe da tal música e fiquei curiosa. Quem eram essas crianças dançando e cantando daquele jeito? Visivelmente eram crianças carentes, mas qual era o projeto por trás daquela apresentação?
Fui pesquisar. Esses jovens vêm bairros como o Campo Limpo, Paraisópolis, Morumbi, Vila Sônia, Jardim Jaqueline, Real Parque, Caxingui, e Municipios de Taboão da Serra e Embu. O projeto foi criado em 1996 por Flávio Pimenta e usa a música como alternativa para as ruas.
A ONG faz apresentações musicais diferentes das convencionais. São shows de maracatu, aguerê e maxixe, por exemplo, que fascinam o público pela qualidade. Isso faz com que as crianças e jovens fiquem visíveis na mídia. Tanto que, quando o presidente Bush visitou o Brasil em março desse ano, a ONG visitada foi a dos Meninos do Morumbi.
Tendo em vista que não é somente de música que se pode viver, são servidas cerca de mil refeições durante o dia. Além disso, uma equipe de psicólogos, professores de educação física e de informática dão apoio à instituição. Com isso o jovem é recolocado na sociedade através da expressão artística, mas adquirindo também uma formação global que o torna apto para trabalhar.
Fui pesquisar. Esses jovens vêm bairros como o Campo Limpo, Paraisópolis, Morumbi, Vila Sônia, Jardim Jaqueline, Real Parque, Caxingui, e Municipios de Taboão da Serra e Embu. O projeto foi criado em 1996 por Flávio Pimenta e usa a música como alternativa para as ruas.
A ONG faz apresentações musicais diferentes das convencionais. São shows de maracatu, aguerê e maxixe, por exemplo, que fascinam o público pela qualidade. Isso faz com que as crianças e jovens fiquem visíveis na mídia. Tanto que, quando o presidente Bush visitou o Brasil em março desse ano, a ONG visitada foi a dos Meninos do Morumbi.
Tendo em vista que não é somente de música que se pode viver, são servidas cerca de mil refeições durante o dia. Além disso, uma equipe de psicólogos, professores de educação física e de informática dão apoio à instituição. Com isso o jovem é recolocado na sociedade através da expressão artística, mas adquirindo também uma formação global que o torna apto para trabalhar.
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Amigos do Palco
A iniciativa regional de apostar na arte como forma de sociabilização e transmissão de valores é freqüentemente associada a elaborações estéticas simples, rasas, consideradas simplistas, mas positivamente despretensiosas.
“As Caseiras” é a prova de que é possível inovar em linguagem e temática sem deixar de ser popular. Com estréia prevista para 25 de outubro, a “peça-festa” reunirá atores e público misturando profissionalismo e talento com improviso e diversão escrachada. Parte da renda arrecadada com os ingressos – que dão direito, claro, a deliciar-se com o buffet da festança – será revertida para a Sociedade Amigos do Tatuapé (onde ocorrerá o evento, na zona leste de São Paulo) e para a Associação Roda Viva, também na capital paulista.
“As Caseiras” é a prova de que é possível inovar em linguagem e temática sem deixar de ser popular. Com estréia prevista para 25 de outubro, a “peça-festa” reunirá atores e público misturando profissionalismo e talento com improviso e diversão escrachada. Parte da renda arrecadada com os ingressos – que dão direito, claro, a deliciar-se com o buffet da festança – será revertida para a Sociedade Amigos do Tatuapé (onde ocorrerá o evento, na zona leste de São Paulo) e para a Associação Roda Viva, também na capital paulista.
Criando um ambiente festivo, ainda que parcialmente cênico, o espetáculo é escrito e dirigido pelo jornalista, dramaturgo e educador Emerson Nunes. "As Caseiras" narra a comemoração do centésimo aniversário da personagem Camarga Galvão e põe em xeque questões ligadas ao dia-a-dia, à sexualidade, etiqueta, religião e moral. Uma celebração ao desenvolvimento sustentável da sociedade.

Da esquerda para a direita os atores Dom Magri, Leandro Vitor, Lanna Matarazzo, Babu Energia, Filipe Reis, Abmael Souza e o produtor Flavito Clubber.
Assinar:
Postagens (Atom)